Por que a agenda de novos negócios em empresas estabelecidas está ganhando força novamente
Época Negócios, coluna de Dagoberto Trento, sócio-diretor da Innoscience, 2026
Por que essa leitura?
A coluna explica por que a primeira onda de novos negócios perdeu força nas grandes empresas e o que muda neste novo ciclo. Os aprendizados que ela lista, como alinhar expectativas com a liderança, escolher entre integrar e separar e olhar para os dados de clientes, antecipam as discussões que faremos no projeto.
Síntese executiva
O autor lembra que muitas iniciativas de novos negócios do ciclo anterior foram desativadas não por erro de tese, mas porque apostas de longo prazo foram cobradas como se fossem operação. Agora a agenda volta, impulsionada por um cenário geopolítico instável, pela pressão sobre o core e por uma transformação digital madura, em que a IA generativa barateia a experimentação. O texto defende tratar novos negócios como escolha estratégica, não iniciativa paralela, e reúne aprendizados práticos: alinhar com a liderança quais sinais de progresso substituem o ROI imediato, escolher entre construir por dentro, por fora ou em modelo híbrido, decidir quando integrar ou separar, validar em etapas com gates e buscar oportunidades nos dados de clientes.
Perguntas para refletir durante a leitura
- O autor afirma que muitas iniciativas são encerradas porque apostas de longo prazo são cobradas como se fossem operação. Você já viu isso acontecer com algum projeto no Sicredi?
- Se o Sicredi lançasse um novo negócio hoje, que sinais de progresso, além do retorno financeiro imediato, mostrariam que ele está no caminho certo?